Scrat caiu pela catarata, batendo em todos os ramos de árvore salientes pelo caminho. Quando finalmente aterrou no fundo, estava tonto, com pássaros a chilrear à volta da cabeça. A noz, calmamente, rolou e parou mesmo à ponta do seu nariz.
O gelo soltou um estalido sinistro. Scrat congelou. Uma pequena gota de suor escorreu-lhe pelo focinho. Ele tentou retirar a noz suavemente, mas ela estava presa. Puxou com força. Puxou com mais força... e, com um som de ventosa, a noz soltou-se, disparando pelo ar como um projétil.
Era uma manhã gelada, e o silêncio da tundra foi quebrado por um som familiar: o fungar frenético de . Com os olhos arregalados de determinação, ele segurava o seu maior tesouro — uma noz perfeita, reluzente sob o sol pálido.
Gostavas que esta história continuasse com o Scrat a tentar recuperar a noz no ou preferes vê-lo a causar uma catástrofe cósmica ?
Desta vez, Scrat tinha um plano. Ele encontrou uma fenda estreita num glaciar maciço. Seria o esconderijo ideal, longe de mamutes trapalhões ou tigres dentes-de-sabre famintos. Com um saltinho ágil, ele preparou-se para enterrar a noz. Croc.
Scrat ficou ali, imóvel, com os olhos a tremer. O azar não era apenas um hábito; era o seu destino. Mas, enquanto o dinossauro se afastava, Scrat levantou-se, limpou a lama do rosto e começou a escavar. A aventura estava apenas a começar... outra vez.